Projeto da Seas formou 497 pessoas entre janeiro e junho de 2026 para produção e venda de pães artesanais.
O Projeto Padaria Artesanal, administrado pela Secretaria de Estado da Assistência Social e Combate à Fome (Seas), qualificou 497 pessoas no primeiro semestre de 2026. As certificações foram entregues entre janeiro e junho, no Centro Estadual de Convivência da Família (CECF) Teonízia Lobo. O curso tem duração de um dia e combina aulas teóricas e práticas ministradas por professores multiplicadores em parceria com o Senai.
Estrutura do curso e alcance territorial
O treinamento ensina dez receitas de pães artesanais e ocorre às segundas, quartas e sextas-feiras. Desde a implantação do projeto, em 2024, mais de 2 mil certificados já foram entregues no estado. Em 2026, foram atendidos moradores de Manaus, Manacapuru, Careiro da Várzea, Careiro Castanho, Urucurituba, Iranduba, Cacau Pirêra, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Barreirinha e Novo Airão.
Perfil dos participantes e objetivos
Segundo o coordenador do projeto, Adriano Silva, a maioria dos participantes é formada por mulheres e o público-alvo são famílias em situação de vulnerabilidade. “Nós formamos agentes multiplicadores que, ao final do curso, estão aptos a transmitir esse conhecimento para outros membros da comunidade”, afirmou. Silva destacou ainda que muitas pessoas que fizeram o curso hoje trabalham e empreendem no segmento.
A secretária de Estado da Assistência Social e Combate à Fome, Lane Edwards, afirmou que o número de pessoas capacitadas em seis meses mostra a relevância da iniciativa. “Em apenas seis meses, certificamos quase 500 pessoas. Isso nos mostra que o projeto cumpre o seu papel, que é capacitar pessoas para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo, assim como também formar pessoas capazes de replicar esse conhecimento em suas comunidades”, disse.
Parcerias e metas de inclusão
O projeto atua com foco na inclusão produtiva, na promoção do empreendedorismo e na geração de emprego e renda. A iniciativa busca incentivar a formalização de negócios e a criação de microempreendimentos locais, além de contribuir para a autonomia financeira de famílias em situação de vulnerabilidade.
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