Seas e Centros de Convivência organizam palestras, oficinas, festas julinas e ações educativas durante julho.
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Combate à Fome (Seas), por meio dos Centros Estaduais de Convivência da Família (CECFs) e do Idoso (Ceci), inicia a partir desta terça-feira (01/07) uma série de atividades nos sete espaços sociais espalhados na capital amazonense. As ações têm como foco a comemoração dos 36 anos do ECA, celebrado em 13 de julho, e o fortalecimento da proteção de crianças e adolescentes.
Comemoração do ECA e objetivo das atividades
A data marca a sanção da Lei nº 8.069, em 13 de julho de 1990, que instituiu normas de proteção integral aos direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil. A legislação assegura acesso à saúde, educação, lazer, convivência familiar e comunitária, entre outros direitos fundamentais ao desenvolvimento.
O governo do Amazonas, por meio da Seas, realiza anualmente uma programação variada nos sete espaços sociais da capital. As atividades incluem palestras, oficinas, cartazes, rodas de conversa, ações em grupo, apresentação de vídeos educativos, atividades lúdicas e gincanas. O objetivo, conforme a secretaria, é conscientizar sobre a importância do ECA e incentivar a participação ativa de famílias e da própria juventude.
Temas complementares e calendário de julho
Além das ações relacionadas ao estatuto, os Centros de Convivência vão tratar de temas como Julho Amarelo, mês de luta contra as hepatites virais; o Dia do Amigo (20/07); o Dia dos Avós (26/07); e o Dia Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (30/07). As atividades estão voltadas tanto aos frequentadores das unidades quanto às comunidades dos entornos.
Festas julinas e programação cultural
Em clima de arraial, os Centros de Convivência promovem festas julinas ao longo do mês, com quadrilhas, arraiais e comidas típicas. As festas serão abertas ao público que frequenta as unidades e à comunidade local.
A coordenadora dos Centros de Convivência, Rita Abecassis, destacou a importância da programação no período de férias escolares, quando há maior presença de crianças e adolescentes nos espaços. Conforme a coordenadora, «Todas essas ações são fundamentais para o fortalecimento das atividades dos centros, quanto para o desenvolvimento da comunidade. O ECA tem um papel importante nessa programação, por se tratar de uma diretriz legal, haja vista, que o Estatuto é vivido no cotidiano das ações, nas relações construídas e nos espaços de acolhimento».
A notícia foi publicada originalmente pela Agência Amazonas de Notícias.
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