Oficinas ministradas por Lucas Speck usaram enigmas visuais para aproximar a linguagem operística dos alunos.
O Festival Amazonas de Ópera levou o projeto Ópera nas Escolas a cinco unidades da rede pública de ensino em Manaus, com seis oficinas realizadas de segunda a quarta-feira (18 a 20/05). As atividades foram ministradas pelo professor e cantor lírico Lucas Speck, conhecido pelo perfil @entreopera, e adotaram uma abordagem lúdica para apresentar obras, personagens e contextos históricos ao público jovem.
Oficinas e dinâmica aplicada
Durante as seis oficinas, a proposta incluiu a atividade denominada Six Seven da Ópera, que reúne sete imagens relacionadas a seis óperas distintas e uma imagem “impostora”. Após a apresentação das sinopses, os estudantes foram desafiados a associar cada imagem à obra correspondente e a identificar a imagem que não pertencia a nenhuma das narrativas.
A dinâmica estimulou interpretação, associação de ideias e raciocínio crítico, conectando música, teatro e narrativa em formato acessível e didático. Segundo a organização, a ação impactou centenas de estudantes e buscou tornar a ópera mais compreensível e próxima do cotidiano dos alunos.
Objetivo pedagógico e alcance
Conforme a proposta do projeto, a linguagem direta e pedagógica adotada por Lucas Speck visa desmistificar a ópera e transformá‑la em ferramenta de aprendizado. “A ópera sempre foi vista como algo distante, mas, quando traduzimos esse universo para uma linguagem acessível, ela se torna uma ferramenta poderosa de aprendizado. Levar isso para dentro das escolas é fundamental para formar novos olhares e mostrar que a ópera também pertence a esses jovens”, afirmou Speck.
A iniciativa percorreu cinco escolas da rede pública e teve como foco promover o contato inicial dos alunos com a linguagem operística, despertando curiosidade e interesse por essa manifestação artística.
Organização e patrocínio
O Festival Amazonas de Ópera é realizado pelo Fundo do Festival em parceria com o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O projeto foi executado com recursos da Lei Rouanet e contou com patrocínio do Bradesco. FOTO: Esley Cavalcante/Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa
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